Marcelo Adnet: “não Apresenta Para Fazer Uma Lei De Hum

16 Apr 2019 11:36
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<h1>Sua Loja Virtual Vende Menos Do Que O Esperado?</h1>

<p>Rio - Um escritor ilustre, um DJ conhecido e um editor-chefe de um programa de Televis&atilde;o. As carreiras de Jess&eacute; Andarilho, Andrey Barbosa e &Eacute;dipo Ferraz s&atilde;o exemplos de que forma uma oportunidade de estudo poder&aacute; variar o fluidez da vida de moradores de favelas do Rio. Os tr&ecirc;s tiraram proveito dos cursos que a Central &Uacute;nica das Favelas (Cufa) volta a doar este semestre de modo ampliada: ser&atilde;o 2.500 alunos distribu&iacute;dos em sessenta cursos, a maioria voltada para a chamada ind&uacute;stria criativa.</p>

<p>Jess&eacute;, 33, morador de Antares, pela Zona Oeste, lembra que at&eacute; 2012 n&atilde;o tinha promessa, at&eacute; que resolveu preparar-se Cinema pela Cufa, curso que &eacute; apadrinhado pelo cineasta Cac&aacute; Diegues. “Eu n&atilde;o tinha nem terminado o Ensino Fundamental, n&atilde;o gostava de publicar. Finalizei fazendo cota de um grupo de roteiristas e incentivado a criar hist&oacute;rias”, lembra.</p>

<p>O incentivo acabou culminando no livro ‘Fiel (2014). Entre os reconhecimentos, ele foi convidado para a renomada Feira de Bologna, na It&aacute;lia, e pra ceder palestras. Entre as atividades oferecidas nos cursos da Cufa est&atilde;o basquete de rua, futebol, dan&ccedil;a, teatro, capoeira, MMA, jiu-jitsu, Muay-thai, fotografia, inform&aacute;tica, cria&ccedil;&atilde;o audiovisual e gera&ccedil;&atilde;o cultural. As aulas ocorrer&atilde;o pela sede da organiza&ccedil;&atilde;o, em Madureira.</p>

<ul>
<li>N&uacute;mero mostrado</li>
<li>setenta e um Lethal Gab</li>
<li>Continue A NATURALIDADE NAS POSES</li>
<li>Dentro de resid&ecirc;ncia tenha em mente de abrir as janelas</li>
<li>Moto, Seguran&ccedil;a e Tr&acirc;nsito</li>
</ul>

<p>Todas as atividades s&atilde;o gratuitas. “Os casos de ex-alunos que mudaram inteiramente tuas trajet&oacute;rias ap&oacute;s passarem pelos cursos da Cufa n&atilde;o s&atilde;o poucos”, alega Nega Gizza, 38, rapper e fundadora da ONG. “Volta e meia vou em alguma reuni&atilde;o e vejo ex-alunos em produtoras e eventos. A&iacute; percebo a relev&acirc;ncia, o choque que causamos”, complementa. Segundo ela, no m&iacute;nimo 20 mil jovens j&aacute; passaram pelos cursos nos 14 anos de exist&ecirc;ncia da ONG.</p>

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<p>Quando o editor-chefe do programa Aglomerado, da Tv Brasil &Eacute;dipo Ferraz, 26, morador de Madureira, come&ccedil;ou a preparar-se audiovisual pela Cufa, em 2007, n&atilde;o esperava estar mudando seu futuro. “Nem sabia do que o curso tratava no momento em que comecei. Aprendi Vinte e quatro Sugest&otilde;es Para Elaborar Um Ensaio Not&aacute;vel! • O Casal Da Imagem . Fui trabalhar com eventos e outros convites foram surgindo”, conta. Andrey Barbosa, 20, assim como morador de Madureira, foi para a Cufa em 2014, aprender t&eacute;cnicas de DJ. “Eu tocava em resid&ecirc;ncia. O professor sentiu que eu tinha um dom. O Que As SELFIES Das Famosas Dizem? toquei em festivais conhecidos, como o de rap Hutuz”, diz. J&aacute; Orlando Corr&ecirc;a, 33, apresenta aulas de basquete de rodovia, esporte que aprimorou na pr&oacute;pria Cufa, h&aacute; doze anos. “Entrei e acabei n&atilde;o saindo mais”, recorda.</p>

<p>Entretanto as homenagens ao vasto Bel seguiram firmes no teatro, nos livros e nos textos do grupo de artistas que se juntou ao projeto. J&aacute; o Utilizando A C&acirc;mera Inteligente , que mant&eacute;m em SP o Sarau Bordel Poesia, est&aacute; &agrave; frente de um bloco de Carnaval, l&aacute; na sua Fortaleza. Daqui de Sampa eu o sa&uacute;do e o Bloco da Maria (do qual fa&ccedil;o por&ccedil;&atilde;o) joga confetes e serpentinas esperando o dia de sairmos juntos pelas ruas, numa mesma folia. Para quem vai viajar pra l&aacute;, fica a dica: o Bloco Simpatizo Acess&iacute;vel se reunir&aacute; em quatro s&aacute;bados, dias 13/jan, 20/jan, 27/jan e 3/fev, pela via Clube Iracema, 84, Aldeota. Das 15h &agrave;s 21h, a celebra&ccedil;&atilde;o &eacute; pela estrada.</p>

<p>Depois de &agrave;s 21h, &eacute; no boteco. 21h: Celebra&ccedil;&atilde;o no botequim Vilarejo 84, com DJ. Curta a p&aacute;gina oficial do bloco no facebook. Em ritmo de f&eacute;rias, esta se&ccedil;&atilde;o traz alguns registros e coment&aacute;rios r&aacute;pidos a respeito do que li no decorrer da semana na amplo m&iacute;dia (Oprah, ass&eacute;dio e feminismo abriram o postagem e continuam na semana que vem).</p>

<p>“S&oacute; creio naquilo que possa ser atingido pelo meu cuspe. O resto &eacute; cristianismo e pobreza de esp&iacute;rito. N&atilde;o creio nos sentimentais encabulados, nos l&iacute;ricos disfar&ccedil;ados que se benzem quando os raios caem. Meu materialismo &eacute; integral. “Sou inteligente o bastante pra n&atilde;o ser de direita, contudo muito rebelde para ser de esquerda. “Temos pris&otilde;es, investiga&ccedil;&otilde;es e a constata&ccedil;&atilde;o de que estamos cercados de ladr&otilde;es. Os Estados unidos e a Coreia do Norte poder&atilde;o cessar com o mundo. “Os ataques seriais &agrave;s artes foram a&ccedil;&otilde;es 11 Fotos Que Evidenciam A Peculiaridade Da C&acirc;mera Do Galaxy S7 conservadores, o MBL, a bancada evang&eacute;lica, que querem se posicionar no jogo eleitoral.</p>

<p>S&atilde;o incitadores da indigna&ccedil;&atilde;o alheia, explorando a bacana f&eacute; de quem descobre que est&aacute; protegendo meninas. Pra eles &eacute; fundamental criminalizar artistas e corpora&ccedil;&otilde;es e carimb&aacute;-los associando a palavra “arte” aos r&oacute;tulos ‘pedofilia’ e ‘pornografia”. “Descontextualizando as obras… o artista que fez a performance “La B&ecirc;te” vira “o pelad&atilde;o do MAM”, e o acontecimento de uma menina interagir com a performance vira “pedofilia”, o que incita aos piores instintos: o linchamento.</p>

<p>Estamos em plena mem&eacute;tica da distor&ccedil;&atilde;o e das fake news. Outro procedimento &eacute; o enxameamento. A convocat&oacute;ria para todos irem &agrave;s p&aacute;ginas do MAM, do artista e xingar, amea&ccedil;ar, linchar”. “O que me parece &eacute; que os justi&ccedil;amentos em tempo real feitos pela Tv e notici&aacute;rio montaram um modelo de linchamento que se expandiu para outros campos, como o das artes. Os grupos de extrema direita e conservadores aprenderam a pedagogia do linchamento pol&iacute;tico.</p>

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